A Agência France Presse (AFP) anuncia hoje que José Manuel Durão Barroso, antigo primeiro-ministro português e actual presidente da Comissão Europeia, deverá estar entre os candidatos ao Nobel da Paz de 2008.
O «Público» desta quinta-feira, na página 16, tem este título: “Restam duelos a dois pela nomeação à Casa Branca”.
Diz o dicionário da língua portuguesa:
Duelo:
– combate entre duas pessoas.
– contenda entre duas pessoas ou Estados.
O nosso "vizinho" «Leste de Angola» acaba de registar a publicação do seu post número 5.000 com o seguinte texto:
Esta 'Entrada' ou 'Post' como também lhes chamam, tem o número 5.000.
A primeira aconteceu em 18 de Fevereiro de 2004 e ao longo destes quase quatro anos conseguimos, para além de ir informando o que diariamente se passa naquelas terras por onde fomos obrigados a andar nos melhores anos da nossa juventude, contribuir para que alguns camaradas voltassem a encontrar-se, depois de tantos anos sem saberem uns dos outros.
Os apoios que temos recebido dão-nos alento para continuarmos nesta tarefa que tanta satisfação nos dá.
A todos os que aqui colocam os seus comentários (são já 2.172) e os que, por mail, nos fazem chegar notícias e fotos, o nosso obrigado.
Parabéns!
Ana Jorge, que toma posse quarta-feira como ministra da Saúde, vai a julgamento no Tribunal de Contas no âmbito de uma acção de responsabilidade financeira por alegados pagamentos indevidos ao hospital Amadora-Sintra quando era presidente da ARS de Lisboa. A informação foi confirmada à Agência Lusa pelo advogado de Ana Jorge, João Correia.
Instituto Nacional de Emergência Médica e Bombeiros vão definir os protocolos que estabelecem a relação entre ambas as organizações de socorro, disse a secretária de Estado adjunta e da Saúde, Cármen Pignatelli. Segundo a secretária de Estado, o INEM vai definir "nos próximos tempos" o relacionamento entre a Emergência Médica e os Bombeiros.

Foto: «DN»
A Câmara Municipal de Grândola, pela voz de Alcides Bizarro, chefe de gabinete da presidência da autarquia, disse ao «Setúbal na Rede» que pretende que o estabelecimento prisional de Pinheiro da Cruz se torne num edifício de utilidade pública, avançando com uma proposta de construção de um museu da liberdade.
O «Diário de Notícias» deste domingo noticia que Pinheiro da Cruz dá origem a turismo de luxo. O presidente do município, Carlos Beato, está disposto a viabilizar a operação urbanística que se avizinha, mas avisa que a autarquia "não vai autorizar nada" que não se compagine com o que está previsto no Protali (Plano Regional de Ordenamento do Litoral Alentejano) e que neste caso terá o mesmo tratamento dado aos outros empreendimentos que estão a avançar no concelho.
Primeiro-ministro rejeita "lições de esquerda" que alguns tentam dar ao Governo, sublinhando que nunca um executivo deixou tantas marcas nas políticas sociais.
Correia de Campos, ministro da Saúde, diz que o INEM recebe diariamente cerca de 4.500 chamadas e que é natural que algumas coisas corram mal. Adianta que temos de trabalhar e que é preciso olhar em frente.
Estamos de acordo, mas para se poder trabalhar como deve ser e olhar em frente, tem o senhor ministro de sair da frente…
Concentração contra a co-incineração na Arrábida, esta sexta-feira, às 16 horas, no Largo da Misericórdia, em Setúbal.
Procuradoras consideram que escritos de António Balbino "se inscrevem no exercício do direito de crítica". Sócrates queixara-se de ofensa pessoal e política
"A factualidade apurada é manifestamente insuficiente" para diagnosticar a existência do "denunciado crime de difamação", concluíram as magistradas Maria Cândida Almeida e Carla Dias sobre a queixa apresentada ao Ministério Público por José Sócrates contra António Balbino Caldeira.
A queixa-crime contra o autor do blogue em que foram divulgadas, em 2005, as primeiras informações sobre a forma como o primeiro-ministro obteve a sua licenciatura na Universidade Independente foi interposta por Sócrates em Junho passado.
Já depois de o PÚBLICO noticiar falhas na documentação que fazia parte do dossier de aluno de José Sócrates, e depois de o Expresso publicar um trabalho sobre a forma como o primeiro-ministro procurava controlar e influenciar os jornalistas, António Caldeira escreveu dois textos no seu blogue, ambos no dia 7 de Abril, que estiveram na origem da queixa.
Num deles, intitulado A Páscoa da Cidadania, António Caldeira - um professor de Marketing do Instituto Politécnico de Santarém, de 44 anos -, aludia à polémica então em curso sobre as tentativas de interferência de Sócrates e do seu gabinete nas notícias sobre o caso da licenciatura. "O que a Net nos ensina é que o trabalho de muitos milhares de pessoas, através da leitura, da procura, da produção e da difusão de informação, vence qualquer força de encobrimento e contra-informação do centro de comando e controlo do Gabinete do primeiro-ministro", escreveu Caldeira.
De acordo com José Sócrates, esta afirmação e outras semelhantes são "difamatórias" e tiveram como consequência "lançar dúvidas" sobre o seu carácter, ofendendo-o e prejudicando-o, "quer pessoalmente, quer no exercício da acção política".
A procuradora-geral adjunta Cândida de Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, onde o inquérito decorreu, e a procuradora-adjunta Carla Dias tiveram um entendimento diferente.
Recorrendo à jurisprudência dos tribunais portugueses e do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, concluíram que as expressões dirigidas pelo arguido ao primeiro-ministro, "sendo incontornável a sua natureza de figura pública, se inscrevem no exercício do direito de crítica, insusceptível de causar ofensa jurídico-penalmente relevante", pelo que ordenaram o arquivamento parcial dos autos.
"Quem desempenha funções de órgão de soberania sujeita-se a ver a sua actividade profissional e/ou institucional sindicada pelos cidadãos, que têm o direito de escrutinar e criticar, porque tal pertence ao núcleo do direito fundamental de expressão do pensamento", salientam as magistradas no seu despacho.
O outro texto de Caldeira incriminado por Sócrates tinha a ver com a natureza do MBA frequentado pelo primeiro-ministro, considerando também o Ministério Público que não havia fundamento para a acusação. Notificado das conclusões das magistradas, que lhe deram 10 dias para avançar com uma acusação particular, José Sócrates optou por não o fazer.
Contactado pelo PÚBLICO, o primeiro-ministro não quis comentar o assunto.
José Sócrates tinha, por lei, dez dias para fazer acusação particular,
mas optou por não o fazer.
Ricardo Felner e José António Cerejo «Público»
O Ministério da Administração Interna anunciou que o dispositivo de combate a incêndios deverá contar com cinquenta e seis meios aéreos em 2008.
Afinal, a aquisição de aviões pesados que estava prevista não se vai concretizar este ano, segundo nos revela o «Público».
A Associação de Municípios da Região de Setúbal – segundo revela o «Setúbal na Rede» - caracteriza o projecto-lei eleitoral das autarquias locais de “nefasto para o poder local democrático”, afirma Luís Miguel Franco, presidente da assembleia intermunicipal, que acusa igualmente o projecto-lei de “levar à redução da pluralidade da composição dos órgãos autárquicos e ao presidencialismo”.
O primeiro-ministro, que falava para empresários, no âmbito da terceira conferência anual da revista «The Economist» disse que o investimento privado vai acelerar economia.
A Câmara Municipal de Grândola pretende que o estabelecimento prisional de Pinheiro da Cruz se torne num edifício de utilidade pública, avançando com uma proposta de construção de um museu da liberdade.
A DGS diz que se pode fumar nos recintos tauromáquicos que não sejam cobertos.
Está correcto. As questões de saúde não são preocupação, pois o touro é mesmo para matar… e fica logo fumado!
Segundo nos revela o Diário de Notícias desta segunda-feira, “Os jovens que começarem a descontar para a Segurança Social terão de trabalhar, em média, até aos 68 anos. Isto se quiserem evitar um corte na sua pensão de reforma, que será calculada sempre de acordo com o factor de sustentabilidade. Este reflecte o aumento da esperança de vida.
A Juventude Socialista pediu ao ministro Vieira da Silva que a Inspecção do Trabalho actue como a ASAE no controle do trabalho precário.
Impertinências, António, Freitas Cruz, Jornalista
Se bem me lembro, foi o presidente Cavaco Silva quem, no seu tempo de primeiro-ministro, lançou as ideias e os incentivos em favor da participação dos cidadãos comuns no capital das empresas.
Uns seriamente, outros com maldade, por elogio ou para crítica, todos baptizaram o fenómeno como "capitalismo popular". Nessa saga de liberalização económica, as privatizações e os aumentos de capital reservavam ao público em geral, e em especial aos respectivos trabalhadores, largas fatias para subscrição, acompanhadas por estímulos fiscais. Foi uma época eufórica e que parecia não ter fim "Vais à Cimpor?" ou "Foste à Brisa?" eram, por exemplo, perguntas que se cruzavam nas ruas.
Depois, mais cedo do que esperavam os aforradores de boa vontade, o fenómeno arrefeceu. Os próprios governos se encarregaram de lhe atirar grandes baldadas de água, cortando ou diminuindo os incentivos. Se não estou em erro, também a degradação da economia deixou as pessoas mal de recursos e o "capitalismo popular" perdeu saúde.
Só que agora, se me consentem um atrevimento mais emocionado do que raciocinado, o dito "capitalismo popular" faliu! Não o digo por desgosto ou prejuízo pessoal na verdade, desde há mais de dez anos que lhe não dou qualquer crédito ou atenção. Mas temo que não tenha sido uma boa coisa.
E faliu como? Precisamente na cena final da novela do BCP, quando os quase 600 votos de Miguel Cadilhe valeram 2,14% e 200 e tal deram 97,8% a Santos Ferreira. Golpe edificante o Estado (socialista, não é?) também votou contra o "capitalismo popular"!
Eis uma confirmação inequívoca, e se calhar inevitável, de que o poder do dinheiro não aceita moderações. Não acredito que, depois disto, seja possível reconstruir o edifício.
António Freitas Cruz escreve no Jornal de Notícias, semanalmente, aos domingos
Centenas de pessoas reuniram-se frente ao Hospital de Anadia numa vigília de protesto pelo encerramento das urgências e pela morte do bebé na sexta-feira.

Foram muitos os que não se conformaram com a anulação do Lisboa-Dakar e foram, por esses caminhos fora direito às areias do deserto.
Hoje chegou-nos esta imagem do Pedro Santos
O antigo deputado socialista e grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) António Reis integra o grupo de 10 especialistas escolhido esta semana pelo Parlamento Europeu (EU) para orientar a criação da futura Casa da História Europeia. António Reis foi proposto pelo eurodeputado e vice-presidente do PE Manuel dos Santos (PS), segundo o qual aquele historiador acrescentará ao Comité de Sábios “uma visão maçónica” da história e cultura europeias. A Casa da História é um projecto que visa reunir os aspectos da história do Velho Continente que, desde a II Guerra Mundial, estiveram na origem da instituição das Comunidades Europeias e da EU.
Diário de Notícias, 17.Jan.2008 – pág. 19
A votação da moção de censura ao Governo, esta tarde, na Assembleia da República, teve um final hilariante, com o sistema electrónico de contagem de votos a mostrar que não está afinado, apesar de estar em vigor há alguns anos.
Foi curioso ver que os votos do CSD foram atribuídos ao PCP e os dos comunistas foram registados nos centristas.
Quem também não esteve afinado foi Jaime Gama, presidente da AR, que mostrou sérias dificuldades em fazer a interpretação do resultado.
Não seria errado apresentar uma “moção de censura” ao sistema…
Ainda não tinha terminado a assembleia geral do maior banco privado português e já Miguel Cadilhe cantava vitoria, apesar de saber que tinha sido derrotado na eleição para presidente do Conselho de Administração com a “escassa” diferença de 97,7 contra os seus 2,3 por cento.
Cadilhe diz que os seus objectivos foram conseguidos.
Acreditamos que sim…
… até porque este tipo de “vitória” é conhecido na política.
Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo realiza, dia 25, vigília no centro de saúde de Torres Novas em protesto contra falta de médicos nas freguesias rurais.
O CDS quer que o director da ASAE vá ao Parlamento explicar a forma como têm sido aplicadas as políticas de higiene e saúde, revelando que irá recorrer ao direito de agendamento potestativo para garantir a audição de António Nunes.

O poeta Miguel de Castro faz hoje 83 anos. A saúde bastante debilitada, segundo nos revela o José Teófilo Duarte, no «Blogoperatório», diz que isso não foi impedimento para uma longa conversa. “Recordámos a convivência quase diária que mantivemos quando eu tinha o meu poiso de trabalho em Setúbal. Ele e o Luiz Pacheco apareciam durante a manhã lá no ateliê e depois rumávamos ao apetecido repasto. O Pacheco nunca pagava o almoço, dizia que a pensão não dava para luxos desses. Mas fazia questão de pagar o vinho. Ora, escusado será dizer que, muitas vezes, o vinho era o que saía mais caro na refeição. Recordámos tudo isto e muito mais, esta tarde. Combinei passar lá por casa na próxima terça-feira.
Depois logo digo”.
A Governadora Civil de Setúbal afirma que a construção do aeroporto no terreno do campo de tiro de Alcochete é "uma óptima notícia para o distrito e para o País". Na opinião de Euridice Pereira esta é uma "notícia que não vem isolada, uma vez que se insere num conjunto de investimentos que projectam o distrito de Setúbal para patamares que a história nunca antes proporcionou".
Conta-me como foi, série transmitida pela RTP1, foi eleita o melhor produto da televisão portuguesa em 2007, pela Associação de Telespectadores (ATV).
O programa que conquistou o título de pior do ano foi A Bela e o Mestre, da TVI.
A Irlanda, segundo o «Diário Económico» desta sexta-feira, apaga a palavra Lisboa do Tratado e adianta que o “Governo de Dublin não fala em «Tratado de Lisboa» porque diz que dificulta a sua aprovação”.
O Governo anunciou que o novo aeroporto de Lisboa será construído em Alcochete.
“Este Governo não cairá porque não é um edifício, sairá com benzina porque é uma nódoa”.
‘O Conde de Abranhos’
Eça de Queiroz
O Partido Socialista desistiu do referendo. Mandou às ortigas a promessa eleitoral de consultar os portugueses quanto à Constituição Europeia.
Porque dois países derrubaram a Constituição Europeia, dizendo-lhe «Não», os socialistas portugueses, alegando que o «Tratado de Lisboa» é um documento diferente (pelo menos no nome) e passaram por cima da sua própria promessa eleitoral.
E porque um mal nunca vem só, o PSD seguirá o PS…
Miguel Carvalho oferece-nos, na Visão, o elogio da loucura.
Não adianta sequer resistir às modas e tendências. Portugal tem um não sei quê genético para polícia de costumes e bufaria engravatada. Está-lhe mesmo nos genes e qualquer Salazar dos novos sabe isso.
A morte do escritor Luiz Pacheco não é apenas uma perda para a cultura. Numa altura em que o Governo investe a sério, e com ASAE pela trela, numa fornada de cidadãos enérgicos e atléticos, livres de fumo e bactérias, ainda mais se sentirá a falta da sã loucura dos indomáveis.
Luiz Pacheco fazia parte daquele grupo de criadores – João César Monteiro e Cesariny eram outros - que um Estado decente subsidiaria. A fundo perdido. Para seu próprio bem. A paisagem agradecia e o País melhorava.
Bastava pedir-lhes que fossem como sempre nos habituaram: irreverentes, refractários, subversivos, de manguito carregado e palavras sem dono.
Seríamos todos mais felizes e a geração vindoura agradecia. E ainda íamos a tempo de mostrar que, felizmente, ainda há quem tenha um parafuso a menos e um cigarro a mais.
Temo bem que, com andar da carruagem, figuras semelhantes a Luiz Pacheco, César Monteiro e Cesariny tenham cada vez menos lugar numa sociedade estilizada, de ideias poucas, comportamentos light e filosofia Paulo Coelho.
Quando muito, o Ministério da Cultura talvez estivesse disponível para criar, para alguns intratáveis, uma reserva «índia», coisa para turista ver. «Não é permitido dar de comer ao Cesariny». «Cuidado, não coloque as mãos na jaula do Luiz Pacheco». Coisas assim. E a vidinha seguia, livre de corantes e conservantes. E outros animais falantes.
Quando um Governo ataca a fumarada com golpes baixos e faz da política um misto de jogging e salto à vara, não se pode esperar dias melhores. Um País com dois milhões de pobres que decide baixar o IVA dos ginásios não regula (o que, de certo modo, já o eleva à condição de um César Monteiro, vá). Os ginásios, esses, continuarão a esfregar as mãos com os propósitos saudáveis do Governo: vão engordar à custa de taxar as nossas gorduras por outras vias, à razão de 10 euros por cada fatia de paio ingerida.
Não adianta sequer resistir às modas e tendências. Portugal tem um não sei quê genético para polícia de costumes e bufaria engravatada. Está-lhe mesmo nos genes e qualquer Salazar dos novos sabe isso.
Não tardará a que uns candidatos a Cesarinys, Monteiros ou Pachecos sejam internados ou fiscalizados antes de rabiscar numa folha branca um desarranjo intelectual. Onde já se viu, dizer e escrever o que lhes vai na telha, os improdutivos?! O País não está para loucuras, senhores. E todos somos necessários nesta grande tarefa de higienizar a cidadania e desinfectar o cenário de parasitas. O Portugal de Sócrates não quer bicho na maçã nem grão na engrenagem. Com um País assim, que pena César Monteiro não estar vivo: pedia-se mais um filme negro com actores em «off». Branca de Neve já temos.

José Teófilo Duarte, no seu Blogoperatório, recorda Luiz Pacheco no seu melhor. Esta passagem de O Teodolito, editado pela Estuário, é obra.
Murteira Nabo defendeu que é preciso dar prioridade ao crescimento da economia, depois de ter sido atingido o objectivo do défice abaixo dos três por cento.
Completou-se no dia 5 de Janeiro de 2008, uma década sobre o nascimento do “Setúbal na Rede”, o primeiro jornal digital do País.

Luiz Pacheco, Afonso Filhó e Jorge Santos, junto às ruínas do Convento dos Capuchos (Palmela), no 1.º de Maio de 1966.
Luiz Pacheco deixou-nos esta sexta-feira.
Sempre foi um homem livre e com a sua morte a Cultura portuguesa ficou mais pobre.
Livro de reclamações é obrigatório em todos os estabelecimentos fornecedores de bens ou prestadores de serviços.
Vale do Lapedo (Leiria), e outros locais de relevância arqueológica do Paleolítico Superior, devem candidatar-se a Património Mundial da UNESCO daqui a dez anos, diz a Lusa.
A notícia está no Portugal Diário e reza assim:
“A PSP de Elvas identificou e levantou um auto de contra-ordenação a um homem que teimou em fumar, quinta-feira à tarde, num café no centro histórico da cidade, disse esta sexta-feira à agência Lusa fonte policial.
“De acordo com a mesma fonte, o homem com cerca de 40 anos «recusou-se a apagar o cigarro», depois de alertado por uma funcionária sobre a proibição de fumar no café.
“A funcionária do estabelecimento chamou a polícia, que confirmou a infracção ao testemunhar no local que o cigarro «foi apagado à pressa e mandado pelo homem para debaixo do balcão do café». «O homem foi de imediato conduzido à esquadra da PSP, onde foi identificado e levantado um auto de contra-ordenação», disse a mesma fonte”.
Se há umas dezenas de anos tínhamos de estar de atalaia por causa dos fiscais de isqueiros, agora querem transformar-nos em bufos…
Sabemos que nem todos concordaram com o 25 de Abril, mas atrevemo-nos a perguntar: - Se naquela noite tivessem chamado a Polícia, estaríamos hoje em Liberdade?
Manuel Alegre defendeu que o papel da esquerda é "inventar soluções" por muito "estreita que seja a porta", rejeitando o "conformismo" de Ferro Rodrigues.
Presidentes das empresas ganham, em média, 21,7 mil euros por mês, 30 vezes mais que rendimento médio dos trabalhadores, que se situa nos 720 euros, segundo revela uma notícia da Agência Lusa.